O Evangelho de hoje é um convite para orarmos ao Pai. E fazemos isso para reconhecer quem é Deus: Ele é Santo, e mais do que tudo, Ele é Pai, que nos oferece o seu reino pedindo apenas que cumpramos a sua vontade. Deus sabe que somos humanos, que precisamos de pão, mas precisamos também da sua misericórdia.

    Jesus nos ensina a Pedir ao Pai. Pedir é um ato de confiança. Ele, que tudo sabe, conhece nossas necessidades, e não precisaria que nós contássemos. Porém, como humanos que somos, precisamos desabafar, precisamos expressar com os nossos sentimentos, e até mesmo com a voz, as nossas necessidades, para que a nossa confiança fique evidente.

    Orar é uma atitude pedagógica, que nos educa para a confiança em um Deus Bondoso, que não nos dará uma cobra se pedirmos um pedaço de pão. Negar a necessidade de pedir a Deus é um ato de orgulho pessoal, de quem se acha autossuficiente. Fazer a experiência do Deus de Jesus Cristo é experimentar que somos dependentes, dependemos de Deus assim como uma criança depende de seus pais. Não somos dependentes das coisas e das pessoas, mas dependentes de Deus, pois somos fracos, limitados, pecadores, pequenos. Bater à porta do coração de Deus é uma atitude de humildade, por isso o Pai Nosso é o modelo de oração, é a síntese da vida de oração.

    Esse Deus que veio com sua divindade habitar no meio da nossa humanidade, pede que sigamos seu projeto: Santificar seu nome com nossa vida e nossas obras, através do próximo, com quem e para quem nós nos comprometemos a lutar pela justiça, para que os bens da criação, da cultura e da ciência, seja verdadeiramente para todos, a cada dia.

    Que Maria, nossa Mãe do Perpétuo Socorro, nos ajude a viver o projeto de Deus, resumido no Pai Nosso.

    Mãe do Perpétuo Socorro – Rogai por nós!

    Diácono Edilson da Costa

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *